Febre Caipira

Pruquê tanta dô

tanta febre…esse
calô

Parece que num passa
num sinhô.

Pudesse eu sê mágica

ia da cartola só tirá

frô, risu e vigô.

Fosse eu uma fadinha

ia minha estrelinha
pegá

e trazê ocê pra cá

pros meus cabelo
afagá

e depois de tudo acabá

Ah! Quantos beijinho
ia te dá.

Sem cartola e sem
estrelinha

só me resta mermu
esperá

aqui bem quietinha

a tar saúde vortá.

Depois de lê
esse poema

num vai assustado
ficá

num vai correndo rasgá

ou querê me interná.

Deixa a febre passá

que vô miorá o pensá!

Advertisements
    • Anonymous
    • September 11th, 2008

    Lindo, Lindo, muito ótimo!!!
    De onde sai tanta leveza e bom humor???
    Ganhei o dia!!

    • Anonymous
    • September 9th, 2008

    Lêda eu tinha vindo te avisar da chegada de meu irmão caçula mas o danado não é besta e já estava por aqui. Como o pobrezinho chegou debilitado, recomendei você como um antibiótico infalível para as questões estéticas que o afligem. Tá lá num comentário que deixei na primeira postagem do danado. Quanto a você, com seu texto de múltiplas funções, tá perdida: agora virou medicamento…rsUm abraço do amigoEdmundo Exclamação Carôso

    • Anonymous
    • September 9th, 2008

    Me dá um fi di inveja
    Lê da moça febri
    Jogando os povo na poça
    Um causo contado assim

    Tumara que Deus me proteja
    Nesse momento aqui
    Lê do engano da moça
    E mande essa febre pra mim

  1. No trackbacks yet.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: